Metrite: como controlar com o uso da homeopatia

Guia de Doenças | 26 de julho de 2018

A metrite consiste na inflamação do útero em decorrência de processos infecciosos ou não, sendo uma das doenças mais comuns na reprodução de bovinos. Seu efeito é determinante no desempenho reprodutivo e pode acometer fêmeas bovinas após a ocorrência de natimortos (bezerros mortos antes ou até 48h após o parto), distocias (dificuldade do bezerro em passar pelo canal do parto) ou parto gemelar, retenção placentária, doenças venéreas e distúrbios hormonais. Diversos agentes podem causar a infecção uterina podendo ser presenciada na primeira semana após o parto (puerperais), ou 45 dias após o parto (pós-puerperais). Neste período, há uma queda imune, relacionada com eventos de pós parto, por vez justificada pelo balanço energético negativo.

Os sinais clínicos comumente encontrados em animais com metrite são:

  • Hipertermia (febre);
  • Apatia (fraqueza);
  • Inapetência (ausência de apetite);
  • Desidratação;
  • Queda na produção.
  • Descarga uterina fétida (

metrite

Já a endometrite é uma inflamação uterina associada à infecção bacteriana que, geralmente, é diagnosticada 21 dias após o parto. Caracteriza-se por secreção uterina com presença de pus e/ou muco, e ausência de sintomas clínicos. A infertilidade ou subfertilidade são consequências da endometrite, além da persistência da doença após tratamentos, resultando em prejuízos econômicos como gastos com medicamentos, aumento do intervalo entre parto e diminuição da produção de leite (Maia, 2006).

Foi avaliada a incidência de metrite puerperal em vacas da raça holandesa que apresentaram retenção de placenta até 12 horas após o parto. O resultado foi:

  • 81,1% dos animais apresentaram metrite puerperal aguda, já o índice de vacas que não apresentaram retenção de placenta, porém, foram diagnosticadas com metrite, foi de 16,7%.
  • Quando se avaliou os casos de metrite em primíparas (animais de primeiro parto) a incidência foi de 25% e 46,6% em pluríparas (dois ou mais partos). Também foi constatado que 57,1% dos animais que necessitam de tração do bezerro no momento do parto, apresentaram metrite puerperal aguda (Martins et al.;2010).

 

Como evitar a metrite no rebanho?

O diagnóstico precoce e a escolha do tratamento adequado são imprescindíveis para a melhoria da eficiência reprodutiva das fêmeas bovinas, e para este desafio a Real H desenvolveu o MATRIMAX, indicado para facilitar o parto, reduzir a ocorrência de complicações ao parto, auxiliando a eliminação da placenta e melhorando o retorno ao cio.

O tratamento preventivo pode ser realizado durante os 30 dias que antecedem o parto sem haver risco de toxidez, sobrecarga medicamentosa, além de ser zero resíduos!

Na fazenda do senhor Luís Carlos Iamaguti, em Ituverava, SP, os dados referentes à partos normais eram de 53%, parto tracionados 47%, e 13,8% de mortalidade de bezerros. Após a incorporação do Matrimax na dieta dos animais, os índices de partos normais se elevaram para 86%, os partos tracionados caíram para 14% e a mortalidade de bezerros caiu para 4,5%, resultando em lucratividade para o pecuarista.

Diversos distúrbios no periparto (período de transição que compreende o terço final da gestação até o terço inicial após o parto), têm relação entre si e, assim como a metrite aguda comumente ocorre após a retenção placentária, esta pode representar um fator de risco para complicações posteriores como, por exemplo, a endometrite, mastite, cistos ovarianos e deslocamento de abomaso. A metrite puerperal aguda aumenta o risco de infertilidade e subfertilidade aumentando os custos da produção.

*Consulte sempre o Médico Veterinário.

 

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