Período das Águas é sinônimo de infestação de carrapatos em muitas propriedades

Girolando | 20 de março de 2014

Medicamento estimula a imunidade contra parasitas sem deixar resíduos no leite.

Números registrados pela Embrapa Gado de leite revelam que 100 carrapatos em um bovino leiteiro pode levar a perda de aproximadamente 1 litro de leite por dia. Este dado mostra o quanto é importante avaliar o manejo na propriedade quando se trata da infestação deste parasita. O carrapato também pode trazer, além do prejuízo com a redução do leite, problemas como a Tristeza Parasitária Bovina, uma doença muito comum que se não controlada pode levar a morte dos animais.

Para muitos produtores a estação chuvosa do ano, também denominado período das águas é sinônimo de desafios na propriedade.  “A umidade e calor intenso apresentam ambiente favorável à sobrevivência do carrapato”, informa Denise Zamboni Telles, médica veterinária e promotora técnica da Real H Nutrição e Saúde Animal. Ela alerta que caso não sejam adotadas medidas de controle, estes parasitas podem infestar os animais durante todo o ano.

O método mais comum são os carrapaticidas, porém, há o problema da resistência aos princípios ativos, e as questões residuais na carne e no leite. Para evitá-los, a Médica Veterinária indica o uso contínuo da homeopatia, que “reduz a utilização dos medicamentos convencionais, e realiza o controle natural dos parasitas, proporcionando benefícios às propriedades, redução de custos e principalmente ausência de resíduos na carne e no leite”. Ela explica que o medicamento é adicionado na alimentação, facilitando o manejo. “A homeopatia trabalha estimulando as defesas imunológicas, a ‘barreira de proteção’ gerada pelo medicamento impede que os carrapatos de alimentem quebrando o ciclo de vida do parasita”.

No sítio Santa Maria, localizado no município de Magda (SP) o pecuarista Mauro Antônio Trento utiliza medicamentos homeopáticos, tanto no combate de carrapatos, quanto para prevenir casos de mastite. Ele revela que antes do tratamento o gado era pulverizado com carrapaticida quase que semanalmente, “com a homeopatia, nos últimos 3 anos os animais não necessitaram de pulverização”, conta o pecuarista.

O médico veterinário e diretor técnico da Real H, Mário Renck Real lembra que a Real H é a favor da solução do problema dos animais, não é contra o uso de alopatia (medicamentos convencionais). “As duas formas terapêuticas podem ser associadas, sempre sob supervisão de Médico Veterinário, principalmente, em circunstâncias onde o desequilíbrio no organismo já está tão intenso e profundo que, apesar de (aparentemente) bem medicado com o tratamento, o paciente não consegue responder adequadamente”. Ele acrescenta que isto é muito comum nos surtos infecciosos e parasitários, onde as condições ambientais estão de tal ordem desequilibradas que o ambiente torna-se também um fator de manutenção do contágio, mantendo ou retroalimentando a situação problema.

Jonadan Ma, diretor executivo do grupo Boa Fé Ma Shou Tao e presidente da Associação Brasileira dos Ciradores de Girolando conhece os resultados desta terapêutica: “Nós temos uma grande satisfação em trabalhar com produtos homeopáticos da Real H, essa parceria gera muitos resultados positivos por três fatores principais: os produtos permitem compatibilizar muito bem com a alopatia; tem restabelecido muito bem as condições dos animais se criarem de maneira mais equilibrada, mais saudável, sem agressão química e o terceiro é a questão dos custos, pois o preço é justo. O resultado tem sido muito bom”, conclui.

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