Integração lavoura pecuária ajuda a aumentar o faturamento de confinadores
Confinamento | 11 de dezembro de 2013Um dos sistemas de integração mais utilizados tanto no Brasil quanto em Mato Grosso do Sul, integração-lavoura-pecuária, necessita de um planejamento prévio baseado em levantamento de dados da propriedade, com bom nível de detalhamento resultando em máximo precisão e resultados satisfatórios, pois nesse sistema não se prioriza nem pecuária nem lavoura, são tratados igualmente.
“Para a engorda, o animal é colocado em pastejo o mais jovem possível, uma vez que precisa de proteína bruta, oferecida pelo pasto novo. Para melhores resultados, aliam-se suplementos energéticos”, conta o engenheiro agrônomo André Dobashi. Ele acrescenta ainda que na integração lavoura-pecuária, o próprio animal é que passa a ser o manejador do pasto.
O engenheiro enfatiza que esse sistema de integração aparece como opção e não como solução para o produtor, de acordo com as necessidades e objetivos que ele busca. Entre as vantagens para quem confina estão a produção própria de grãos a serem utilizados na dieta, o uso de forragem de qualidade na entressafra, além da redução de riscos na agricultura.
“Em 5 anos, o faturamento da pecuária pode chegar a 70%, devido ao alinhamento com a lavoura simplesmente”, demonstra. Ainda segundo ele, são poucas as publicações científicas e pesquisas que unam os dois temas – ILP e confinamento de gado de corte. “Precisamos de mais pesquisas técnicas e econômicas ligadas ao aproveitamento de resíduos na alimentação animal e ao manejo de pastagens no sistema de integração lavoura-pecuária”, cobra o consultor. André lembrou que a integração diminui o custo e o tempo de confinamento e que, em contrapartida, o confinamento libera área para a lavoura e termina o animal de forma intensiva.
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